Os tênis que não tenho, mas gostaria

Sou apaixonada por tênis e, não tão raramente, lançam edições limitadíssimas, homenageando artistas. Não tenho, mas gostaria. Talvez seja o caso de aplicar o DIY, ou seja, comprar um branco e desenhar. (risos)

Converse - Frida Kahlo


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Filmes sobre arte (parte 4)

Filmes sobre arte (parte 1)
Filmes sobre arte (parte 2)
Filmes sobre arte (parte 3)

1 - Camille Claudel 1915 (2013)
Relata os últimos 30 anos de vida de Camille Claudel - no hospício. Juliette Binoche, sempre maravilhosa, nos brinda com uma personagem despida de qualquer vaidade e transborda loucura e sofrimento. O filme de Bruno Dumont mostra a angústia da artista que foi perdidamente apaixonada pelo escultor Rodin.
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Artpop

A cantora Lady Gaga apresentou ao público a capa do seu novo álbum: ARTPOP. Para além das questões musicais, assim como comentei no post sobre Holy Grail, o que me chamou atenção foi a composição da arte gráfica. 
  
Resultado de imagem para capa artpop

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Matisse

"É preciso um grande amor, capaz de inspirar e sustentar esse esforço
 contínuo em busca da verdade (...). Mas o amor não está na origem de toda criação?"



Matisse é um artista que me emociona com o seu colorismo expressivo. Seus traços simples e delicados falam mais que mil palavras. Sou assumidamente apaixonada pela cor, embora contemple a relação entre o preto e o branco, a cor sempre vai me cooptar.



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Roteiro Sudeste Asiático

Roteiro definitivo (ou quase)

ROTEIRO SUDESTE ASIÁTICO

TAILÂNDIA

1º DIA (22/10 terça-feira)
  • Chegada prevista para 12:05h no Suvarnabhumi International Airport
  • Fazer câmbio ou sacar do cartão de crédito na máquina ATM em baht (para pagar o táxi) – 1 REAL = THB 13.35
  • Sempre pedir ao taxista para ligar o taxímetro (li, num aplicativo, que a frase em tailandês é "mee-toe, kha" rs)
  • Check-in no hotel
  • Pegar o tuk tuk do hotel até os templos:  Wat Arun, Wat Pho, Wat Phra Kaeo e ao Grande Palácio.
  • Comer na Khao San Road
  • Se precisar de algum equipamento de informática ou câmera, visitar o infoshopping deles: PANTIP PLAZA 
  • Passeio noturno de barco pelo Chao Phraya River (R$85,00 o barco, mas alguns hotéis possuem barco)
  • Tour guiado ( indicados pelo tripadvisor ):
http://www.tourwithtong.com/
http://www.absolutebangkoktour.com/ (tem opção de carro com motorista/guia por  10 horas, custo 3.500 baht, R$270.)
O grande palácio


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Checklist de viagem

Normalmente faço uma checklist mental antes de cada viagem, no entanto, não abro mão de uma listinha para ter certeza que não esqueci de nada - por mais óbvio que possa parecer. Se a viagem for em grupo, melhor que todos estejam em sintonia. Será que esqueci de alguma coisa??? Risos.


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Aquarela, desenho contemporâneo, "et cetera"

O Deserto do Atacama é um dos lugares que almejo conhecer e, sabendo disso, uma colega me brindou com uma revista da Tam sobre a zona árida Chile, no entanto, a maior surpresa foi a matéria sobre as Cataratas do Iguaçu, pois enviaram um aquarelista e não um fotógrafo, como habitual.
Revista "Tam nas nuvens"

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Sak Yant - a tatuagem sagrada

Uma das primeiras ideias que me ocorreu quando comprei uma passagem aérea pra Tailândia foi: fazer uma sak yant com um monge. A tatuagem é realizada com bambu num ritual mágico em que o monge decide a bênção você está precisando, que será representada por desenhos. Geralmente significam sorte ou felicidade e são feitas nas costas (não pode tatuar abaixo da cintura). Em mulheres, a tarefa do monge é mais complicada, já que não pode tocar na pele feminina.
Sak yant da Angelina

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Minha primeira aquarela

Hoje resolvi fazer algo pela primeira vez: pintar com aquarela (já utilizei aquelas infantis ou lápis aquarelável). E tem um motivo razoável para nunca ter experimentado: um estojo profissional importado com aquarela em pastilha custa R$200. Claro que desconheço a técnica, mas não me importo. 

O desenho abaixo foi feito com lápis 4B sobre papel canson (o de 200g, mas já comprei o próprio pra aquarela), pintado com aquarela e contornado/hachurado com nanquim - aplicado com pena.


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Aplicativos para viagem

Os aplicativos que instalamos no celular possuem o caráter personalíssimo, entretanto, alguns podem facilitar bastante a vida de qualquer viajante. Antes de tudo, talvez seja necessário observar se o smartphone possui boa memória interna (16mb já corresponde às expectativas). Não citarei os aplicativos usuais, que já nos acostumamos no dia a dia, tais como whatsapp e instagram.


Skype (android)

Um dos maiores pânicos da minha vida: atender o telefone. Celular, pra mim, tem várias funções, menos a mais óbvia. Embora tenha o skype instalado no pc desde seu lançamento, raramente uso, exceto quando estou viajando! Sabe o motivo? Já passei por várias fases: ligava para o número direto da Embratel, depois optei pelos cartões com valores convidativos até comprar créditos no skype. Com ele ligo para fixo ou celular. Falo por muitos minutos e os créditos ainda expiram por não conseguir utilizá-los.




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O que comer na Tailândia?

Tom Yum Goong - Sopa apimentada de camarão





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O sudeste asiático no cinema

O meu próximo destino de viagem (sem um roteiro ainda totalmente defino) será o sudeste asiático: Tailândia, Camboja, Laos e Vietnã. Embora sejam países exóticos na ótica dos ocidentais, frequentemente servem como cenário para diversos filmes. O cinema tem a magia de inspirar e proporcionar uma experiência intensa antes mesmo de colocarmos os pés no avião.



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Filmes com temática gay que você deve assistir - parte 3

Por motivo desconhecido, os posts que indicam filmes com temática gay são, sem dúvida, os mais acessados do blog, consequentemente, deixo mais algumas dicas:

Um dia desses (2012)

Em síntese, o filme é encantador por revelar que a beleza de um ser humano vai além de convenções estabelecidas pela sociedade. Mostra a luta judicial de um transformista que decide adotar, junto com seu companheiro, um menino com síndrome de down. 

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Tamara de Lempicka em "Open your heart"

"I live life in the margins of society, and the rules of normal 
society don’t apply to those who live on the fringe."
Tamara de Lempicka


Tamara de Lempicka (nascida Maria Górska) foi uma artista polonesa associada ao movimento Art decó. Morou na Rússia, todavia, transferiu-se para Paris após a Revolução Russa - onde participou das rodas de intelectuais. Era conhecida por sua bissexualidade declarada. Madonna prestou uma homenagem no clipe "Open your heart".




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Filmes papais


Na esteira da Jornada Mundial da Juventude e visita do Papa Francisco, me recordei de 3 ótimos filmes que versam sobre o chefe máximo da Igreja Católica. Embora ateia, a temática não me causa indiferença, mas curiosidade (observo os aspectos nocivos da religião). No entanto, lembrem-se: já ajoelhei diante do baldaquino - esculpido por Bernini - na Basílica de São Pedro no Vaticano!

O banheiro do Papa (2007)
O filme uruguaio relata um acontecimento verídico: a visita do Papa João Paulo II em Melo, cidade próxima ao Brasil, e o impacto causado em um morador - que vislumbra obter lucro com a chegada do pontífice.
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Alpheus and Arethusa

Mantenho-me afastada do que acontece no cenário musical e, não tão raramente, descubro que aprecio determinada música ou cantora (prefiro vozes femininas que cantam pop internacional) após muito tempo da deferência do público comum. Rihanna é o melhor exemplo: desconhecia até o lançamento do segundo álbum e hoje sou admiradora - reconheço minha completa insciência na área.


De outra forma, a parte gráfica tem o poder de me cooptar: não consigo ignorar a criatividade - ou falta dela - nos CDs. O novo disco do Jay Z, Magna Carta...Holy Grail, apresenta o detalhe de uma obra de arte na capa: Alpheus and Arethusa. A escultura original está exposta no Met:

Alpheus and Arethusa por Battista di Domenico Lorenzi (Italian, ca. 1527/28–1594)

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Liberal Arts

"And binding with briars my joys and desires."
William Blake in Songs of Experience


Não tenho o hábito contumaz de transcrever os sentimentos causados pelos (diversos) filmes que aprecio. Poderia listar, pelo menos, uma dezena de filmes recentes melhores (tecnicamente ou artisticamente) que Liberal Arts, por outro lado, produziu uma catarse pela melancolia do desencontro entre os personagens principais.
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Antes e depois: Andy Warhol

A grandeza de Andy Warhol pode ser explicada num parágrafo apertado: seus trabalhos foram responsáveis por um corte epistemológico entre arte moderna e arte contemporânea.

Bellevue II, 1963. Stedelijk Museum.

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I Amsterdam


Embora o senso comum veja Amsterdã como destino para o consumo de drogas e mulheres, afirmo que é muito mais: em 2013 voltou a ser um paraíso para os amantes de arte. Isto porque, no final de 2012, o Stedelijk reabriu (em novo prédio), o Hermitage (filial do famoso museu situado em São Petersburgo) foi inaugurado, em 2013, e, depois de 10 anos de reforma, o Rijksmuseum reabriu e o Van Gogh Museum também.


 

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Potsdam


Visitei a cidade de Potsdam (1 hora de Berlim) com um único intuito: conhecer Schloss Sanssouci (castelo de verão de Frederico, o Grande, Rei da Prússia) e estava fechado, apenas naquele dia, para colocação de pesticida. Não tinha como saber previamente.
 

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Florença (bate-volta)

Firenze ou Florença é a capital da Toscana. Foi o berço do Renascimento italiano e tem algumas das obras mais lindas de todos os tempos. É preciso cuidado para não se entregar à Síndrome de Stendhal.




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Keukenhof ou o maior jardim de flores do mundo


Entrada de Keukenhof

Keukenhof, como menciono no título, é o maior de jardim de flores do mundo e está localizado em Lisse (30 minutos de Amsterdã), cidade dos Países Baixos (Holanda é apenas uma região dos Países Baixos). O jardim só fica aberto na primavera, portanto, programe-se para visitá-lo entre o fim de março e o início de maio.

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Der Himmel über Berlin

Há alguns anos conheci um alemão que desferiu uma pergunta curiosa: diga-me 3 palavras que suscitem a Alemanha. Sem titubear, mencionei: Bauhaus, salsicha e Expressionismo. Ficou sem ação, disse que era a primeira pessoa que não citava Hitler. O passado da capital alemã ainda ecoa, sem motivo palpável!
 
Brandenburger Tor

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Para Roma com amor (2012)

Não se trata de uma resenha acerca do último filme do Woody Allen, mas tão somente um breve relato sobre minha percepção sobre Roma. Lembro-me que a película mostra a falta de orientação geográfica que sentimos na cidade. Comigo não foi diferente.

Fórum Romano

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Bogotá

Bogotá, uma cidade pra nunca mais voltar...

Voltaria da Cidade do México pela Avianca (excelente companhia aérea - se compararmos com as nacionais - com conexão obrigatória na Colômbia), portanto, decidi fazer um stopover de 4 dias em Bogotá. Contei com a calorosa hospitalidade do meu amigo Kadu (que conheci no Orkut, em uma comunidade da Madonna, há anos).

Admito que ainda quero visitar Cartagena das Índias, na Colômbia, no entanto, jamais pisarei novamente em Bogotá. Fiquei com uma péssima impressão desde que cheguei no aeroporto.
 
Museo Botero

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Cidade do México ou Cidade da Frida Kahlo


"À medida que viajamos em busca da beleza, obras de arte podem [...] influenciar os lugares aos quais gostaríamos de viajar." 
Alain de Botton
Casa Azul ou Museo Frida Kahlo

A primeira dica sobre a Cidade do México é: não acredite em tudo o que você lê - embora os relatos turísticos sejam escassos. DF é uma metrópole com todos os problemas (inclusive os relacionados à violência urbana) e maravilhas que isso pode acarretar.

O ser humano é movido essencialmente por motivação. Sempre quis visitar a "Casa azul", hoje, "Museo Frida Kahlo", sim, era o meu único objetivo. Tudo o que conheci além da casa da Frida foi uma surpresa.

O roteiro ficou dividido da seguinte maneira:

Dia 1 (11/09/2012) - Cheguei tarde, jantei e caminhei pelo bairro;
Dia 2 (12/09/2012) - Tour a Teotihuacan, Basílica de Guadalupe, zona arqueológica de Tlatelolco, loja de artesanato, restaurante com comida típica e dança folclórica;
Dia 3 (13/09/2012) - Xochimilco, Museo Dolores Olmedo e Museo Frida Kahlo;
Dia 4 (14/09/2012) - Bosque de Chapultepec, Castillo de Chapultepec, Museo Arqueologico, Museo Soumaya e Museo Frida Kahlo;
Dia 5 (15/09/2012) - Acordei cedo e fui ao supermercado, depois almocei e fiz o checkout.



Comprei a passagem pelo site da decolar (o valor estava quase o mesmo do site das companhias aéreas), que permite múltiplos destinos - na volta ficaria em Bogotá. O voo de ida foi realizado pela Taca e o de volta pela Avianca. Embora a aeronave da Taca não tivesse entretenimento individual, a simpatia dos comissários compensava qualquer coisa. Teve uma conexão de 1 hora em Lima e foi tudo muito rápido, sem precisar passar por controle de imigração.

A pesquisa do hotel, como de costume, é realizada no tripadvisor.com, para saber a opinião dos outros viajantes. Optei por um hotel 3 estrelas (Hotel del Principado) e o qualifico como muito bom, mesmo custando a bagatela de R$60,00 (a diária). Um hotel 5 estrelas, como o Hilton, custava apenas R$250,00. 

Para solo traveler, como eu, recomendo alguns cuidados para cidades grandes (qualquer cidade, na verdade): leve 2 cartões de crédito, 2 visa travel money e deixe sempre um no hotel. Divida o dinheiro. Use porta-dólar. Coloque a bolsa/mochila pra frente. Faça cópia dos documentos e deixe arquivado no e-mail e no celular. Ponha uma cópia impressa na sua mala, em caso de extravio.

Se você tem visto norte-americano, não precisa ter outra preocupação (só levá-lo, mesmo que esteja em outro passaporte), caso você não tenha, será necessário preencher o visto eletrônico: http://www.inm.gob.mx/index.php/page/Inicio_Autorizacion_Electronica/pt-br.html 
Recomendo levar dólar e fazer o câmbio no aeroporto apenas para pagar o táxi. Tem um trem que sai do aeroporto e deixa na cidade, mas, em razão do preço do táxi executivo, 90 pesos (20 reais), preferi não arriscar. Se tiver comprado a passagem com cartão platinum ou black, não esqueça que você já tem seguro. Ligue para a operadora e pegue o número para socorro em caso de emergência. Não custa nada ser prudente.

Preferi ficar no bairro conhecido como "Zona Rosa", área bem animada e gay. Outros bairros que permitem passeios tranquilos são: Polanco e Condesa. 

Cheguei tarde (18:00h) no hotel. Fiz o check in e perguntei sobre a possibilidade de agendar um tour para Teotihuacan. O preço era razoável e deixei agendado. Quando perguntei sobre Xochimilco, disse que seria muito fácil chegar ao destino sozinha.

Após um banho demorado, desci e perguntei o sentido mais seguro para caminhar na Zona Rosa. Embora cansada, não desanimei e fui comer a famosa comida mexicana num restaurante próximo: Parrila Leonesa. Lembro que degustei tacos, burritos, guacamole, limonada, quesadilla e me custou 90 pesos (20 reais). No segunda visita, ganhei uma bandeira do país, prova da cordialidade mexicana.



Olhos lacrimejantes. Motivo: pimenta!
 


Pela proximidade com os EUA, muitas lojas estão instaladas por lá: seven eleven 24 horas em cada esquina, a burgueria Wendy´s e etc. Além de ter um vasto comércio de rua: com comidas inimagináveis. E tudo é bem mais barato que no Brasil.

No segundo dia, já tinha reservado, no hotel, um passeio para o sítio arqueológico de Teotihuacan. Lembro-me de já ter estudado aquelas pirâmides algumas vezes. A cidade fica a 40 km do DF e é um passeio imperdível. As pirâmides do sol e da lua são construções dos povos pré-colombianos. 
Pirâmide da Lua

Pirâmide do Sol
No caminho para Teotihuacan, conheci a zona arqueológica de Tlatelolco, segundo a Wikipédia, as diversas escadarias que se observam foram as fachadas principais das distintas etapas construtivas do Templo Maior, construído entre os anos 1337 e 1515. O altar a Sul, dedicado a Huitzilopochtli é de dimensões superiores àquele a Norte, dedicado a Tláloc, o qual apresenta nas fachadas Norte e Oriente decorações em baixo relevo.



 

O metrô é ótimo, com diversas linhas que te deixam na maioria dos pontos turísticos. Basta pegar um mapa no hotel e garanto que você não se perderá. A passagem custa R$0,50.

O passeio mais distante é Xochimilco, que fiz sozinha. Pegue a linha azul até Tasqueña (fim da linha) e procure a passagem para o trem (terá que pagar novamente). Pegue o trem até a última estação: Xochimilco. Não tem como errar, pergunte o local da estação das trajineras (barcos) que vão te levar para um passeio nos canais. Um aviso: é um subúrbio (quem não mora em subúrbio fica assustado - risos), então, você verá casas simples, mas um povo muito educado e gentil.

Xochimilco

Embarcadero
Os mexicanos são muito acolhedores! Nunca vi um povo mais simpático. Fiz o passeio sozinha (custou 200 pesos) e foi caro para os padrões de DF. E é divertido, você encontra famílias inteiras passando o dia por lá, levam suas comidas e contratam mariachis!!! Ay, ay, ay, ay! Um fato engraçado: uma trajinera com inúmeras senhoras bem idosas parou perto de mim e me chamaram "Estás solita? Venga para acá." ahahah Fofas!!! Agradeci e segui adiante.

A região de Xochimilco tem ampla produção de flores, portanto, o barqueiro perguntou se gostaria de parar em algumas "ilhas" para apreciar a plantação. Como não tinha o intuito de comprar, desci apenas uma vez e tirei boas fotos.

No caminho percorrido pela trajinera, podemos avistar a conhecida "Isla de las muñecas". É um lugar um tanto quanto macabro. Diz a lenda que uma menina foi encontrada afogada em circunstâncias misteriosas nesta ilha e que os bonecos foram possuídos por seu espírito. Testemunhas contam que os bonecos se movem, abrem os olhos e sussurram.
 




Saindo de lá, recomendo visitar o Museo Dolores Olmedo. Além de ser uma construção lindíssima, tem uma enorme coleção de Diego Rivera e algumas obras, desconhecidas do grande público, da Frida. Pegue o trem na estação Xochimilco e desça na estação La Noria. O museu fica a uma quadra da estação.

Busto do Rivera no Museo Dolores Olmedo

Já era 16 horas e não tinha almoçado, portanto, foi o melhor sanduíche de ovo que já comi na vida, no café do Museu Dolores Olmedo.
A Basílica de Guadalupe é um dos 3 maiores centros de peregrinação religiosa do mundo (perde para Meca e Vaticano apenas).Os visitantes são realmente devotos da Virgem e procuram milagres.

Basílica de Guadalupe
A Virgem de Guadalupe

Minha ambição é conhecer a maioria de museus que puder durante a minha vida. E, na Cidade do México, tive uma grata surpresa: o Museo Soumaya, inaugurado em 2011. Tentei ir caminhando até Polanco, saindo do Bosque de Chapultepec, depois decidi pegar um táxi, mas já estava na esquina do museu. Pertence ao homem mais rico do mundo: Carlos Slim. E, ao contrário de todos os museus da cidade, não cobra ingresso! São seis andares de uma coleção de deixar qualquer um de queixo caído. Fantástico. Não conheci o antigo Soumaya, que fica na Plaza Loreto.

Museo Soumaya
Rodin
Dalí

Miró

Recomendo uma visita ao Bosque de Chapultepec. É considerado o maior bosque da América Latina. Além da paisagem verde no meio da selva de pedra, acolhe vários museus. 




  
Não conheci o Museo Rufino Tamayo e o Museo de Arte Moderno, por falta de tempo, mas, por outro lado, visitei o Castillo de Chapultepec, que é o Museu Histórico, com murais, quadros e objetos que contam a história mexicana.




Castillo de Chapultepec, mural de David Alfaros Siqueiros
Ainda no Bosque, você encontrará o museu mais completo de antropologia do mundo (sim, melhor que Met ou Le musée du quai Branly): Museo Nacional de Antropologia. São inúmeras peças de todos os povos pré-colombianos: maias, astecas, olmecas. É um museu pra se perder.

Museo Nacional de Antropologia




A pedra do sol ao fundo
O Museo Frida Kahlo mexeu tanto comigo que fiz duas visitas, embora fique um pouco distante, em Coyoacán. A estação de metrô não é próxima do museu, então recomendo que pegue um táxi (7 pesos). Na volta, optei pelo ônibus (minúsculo) até a estação de metrô. Só após a visita descobri que pode pagar para fotografar o interior da casa.





Vocês conseguem entender a emoção de circular pela casa da Frida Kahlo? Ela está em todos os cantos da casa e do jardim. Tudo parece intacto: móveis, almofadas e pincéis. Ao chegar ao seu quarto, é impossível conter as lágrimas, senti a dor que ela sentiu. É a sensação dilacerante da compaixão. Na saída, o último quadro: Viva la vida. Serve-nos uma suculenta melancia, diz que devemos viver a vida, enquanto se despedia pra nunca mais voltar. :(
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No último dia, antes de seguir para o aeroporto, na rua do hotel (calle Londres), visitei o supermercado "Sumesa". Sempre segui no sentido oposto, por ser mais movimentado, com lojas e restaurantes, e ainda, por ser a direção da estação de metrô e por recomendação do hotel, no entanto, a poucos metros tem um belo museu de cera (entrei apenas no hall, pois estava com pressa). A visita ao mercado foi ótima, comprei tequila (uma garrafa de boa marca custou aproximadamente 15 reais), pimenta, suco de romã.


O que mais me incomoda é saber que, por limitação de dinheiro e tempo, jamais conhecerei o mundo inteiro.

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