São Petersburgo foi criada em 27 de maio de 1703 pelo Tsar Pedro, o Grande, quando deixou Moscou. Dizem que milhares de escravos e servos morreram durante construção da cidade, que era um pântano na época. Peter queria acesso ao mar, mas a região tinha sido dominada pela Suécia, então, para retornar o poder no Báltico, teve que entrar em guerra com Carlos XII, de apenas 16 anos. O rei sueco tinha iniciado a Grande Guerra do Norte e conseguiu dominar todos os inimigos, menos a Rússia. A batalha decisiva ocorreu bem longe do mar, em Poltava, na Ucrânia em 1709. Em 1712 São Petersburgo se tornou a nova capital da Rússia. A cidade lembraria a modernidade europeia, com canais no estilo de Veneza ou Amsterdã. Um grande número de nobres e ricos foram morar na capital - não por vontade própria, mas pela ordem do tsar.
| Fachada do antigo Palácio de Inverno, hoje Museu Hermitage |
É necessário ter alguma flexibilidade para ajustar o roteiro de acordo com as mudanças climáticas. No itinerário original iria ao Hermitage no segundo dia em São Petersburgo, mas observei que no terceiro dia havia 80% de chance de chover. Tendo em vista que museus podem ser visitados com chuva, optei por conhecer Peterhof antes do museu.
| A grande cascata com a fachada do Grande Palácio |
O Hermitage era um dos grandes museus que ainda não conhecia, logo, incluí a cidade de São Petersburgo, na Rússia, no roteiro. Encontrei passagem de Madri a São Petersburgo por 12.500 milhas no Smiles - talvez seja um dos trechos mais vantajosos em razão da distância.
| Um dos inúmeros canais da cidade. A primeira foto que tirei. O relógio marcava 21h e o sol brilhava no céu |