Bali, ilha dos templos e arrozais (2ª parte)

O hotel inicia o café da manhã às 8:00 no restaurante, mas deu a opção de servir o café da manhã às 7h, no quarto. Uma delicadeza inesquecível. Agendei, na agência de turismo, o passeio intitulado “Kintamani – Besakih Tour”, por 180.000 rúpias. O motorista iria me buscar às 8:00.

Com um pouco de atraso, apareceu o motorista, que foi recolhendo os demais componentes do grupo. Posteriormente, o dono da agência assumiu o volante. Minhas companheiras de tour eram duas irmãs alemãs super amargas e uma jovem de Taiwan, que fazia sua primeira viagem solo.

A primeira parada foi em “Goa Gajah”, também conhecido como “Elephant Cave Temple” ou templo dos elefantes. O santuário foi construído no século 9. A figura esculpida na entrada da caverna foi pensada como elefante. O local é mencionado num poema javanês escrito em 1365!


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Bali – um lugar mágico (1ª parte)

O primeiro trecho entre Macau e Kuala Lumpur foi tranquilo, paramos na segunda cidade para fazer a conexão, pois a Airasia tem um imenso aeroporto só para ela! É tão grande que fomos para o portão descrito na passagem e, de repente, observamos na tela que havia mudado e, com certeza, não teríamos chegado se um funcionário não tivesse dado carona de carrinho - sim, andam de carrinho de golf dentro das instalações!


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Filmes alternativos no Netflix, parte 2

É com grande felicidade que acompanho a atualização do catálogo de filmes do Netflix. Se por um lado tentam, de todas as formas, bloquear o site norte-americano, por outro lado, a oferta de títulos alternativos (no domínio brasileiro) é cada vez maior.

Há algum tempo fiz uma lista com os meus 10 filmes alternativos prediletos, ou melhor, os 10 melhores dentre os disponibilizados no site naquela época (percebi que alguns já não estão disponíveis, como "Filhos do paraíso"). Decidi colocar mais 10 na lista, a título de sugestão:

Incêndios
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De passagem por Macau


Se você procurar a lista dos lugares mais visitados do mundo, levará um “susto” ao constatar que mais pessoas viajam para Macau que Nova Iorque. 


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Hong Kong, 2ª parte



O dia começou com o insatisfatório café da manhã do hotel. Sequer consegui tirar fotos em decorrência da minha tristeza. Tinha até uma boa variedade, mas comidas que jamais degustaria ao acordar. Muito macarrão frito, bolinhos estranhos e vegetais. Me contentei com iogurte de blueberry, pão de forma (não tinha frios) e geleia.

Em posse do mapa do metrô (Apesar da enorme população, o serviço é um dos melhores que já utilizei. Existe muita sinalização e inúmeras saídas, além dos funcionários serem prestativos e ter banheiro em algumas estações), segui até a última estação da linha laranja, Tung Chung, em direção à Ilha de Lantau, para visitar o Big Buddha.

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