Um fim de semana em Campos do Jordão

A cidade de Campos do Jordão (no estado de São Paulo) fica a 320 km do Rio de Janeiro e o percurso pode ser feito entre 4 e 5 horas. O meio de transporte mais rápido é o carro, mas o ônibus é uma alternativa viável.

Como de costume, procuro pela hospedagem com a melhor relação custo-benefício e elegi o hotel da APCEF/SP (Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal), que fica localizado entre o bairro Britador e Bela Vista. O ponto turístico mais próximo é o Mosteiro de São João, mas também é possível caminhar até o Centro, onde estão instalados bancos, prefeitura e lojas populares. O ambiente é agradável, com piscina aquecida, salão de jogos. Os chalés possuem dois quartos, banheiro, sala com TV lcd, cozinha com micro-ondas e frigobar.  O atendimento é excelente e merece destaque.


 

O sistema de cobrança é diferente dos demais hotéis: a diária é cobrada por pessoa, não por chalé. São servidas 4 refeições: café da manhã, almoço, chá da tarde e jantar. São muitas variedades de alimentos e o cliente pode economizar, pois o preço cobrado nos restaurantes da cidade costumam ser elevados. O café da manhã tem diversos pães frescos de fabricação própria, além de pão de queijo saído do forno.

Chegamos no hotel por volta das 19h e conseguimos jantar. Depois colocamos as bolsas nos quartos e nos arrumamos para conhecer o principal ponto da cidade: o bairro Capivari. Saí do Rio com o termômetro marcando 36 graus e de repente me deparei com 15 graus. 







Caminhamos pelas ruas iluminadas, muitas lojas já estavam decoradas para o Natal. Entramos nas lojas de chocolates, compramos geleias, compramos óculos, na oferta da "Black friday", e seguimos para o restaurante mais famoso da região: Baden Baden




Como não era alta temporada na cidade, conseguimos um lugar com facilidade. Minha mãe, irmã e sobrinha foram num mês de junho e não conseguiram sentar (apesar dos vários andares). Pedimos croquete, suco e cerveja da casa.

café da manhã
No dia seguinte, no sábado, seguimos para conhecer o Parque Amantikir - jardins que falam. Achei o preço um pouco caro para o que oferecem (R$40,00 nos fins de semana), mas a experiência é válida. No retorno, soube que o hotel vende ingressos com desconto (todos pagam meia-entrada).






O Parque foi criado em 2007 pelo paisagista Walter Vasconcellos, que costumava viajar para apreciar belos jardins, mas que não via nada parecido na sua terra. Amigos e clientes financiaram a criação do parque onde antes funcionava um haras. São mais de 700 espécies de plantas espalhadas pelos 60.000 m2.














A melhor atração do parque, sem dúvida, é o labirinto clássico, mas encontramos ainda um labirinto de grama, além do jardim chinês, japonês, alemão, austríaco, francês, romântico, dentre outros.






Minha mãe e irmã quiseram passear no comércio popular local para visitar as lojas (tudo o que não gosto de fazer durante uma viagem). Em seguida, pegamos o táxi na praça até o hotel (R$12,00) para almoçar. O tempo começou a ficar nublado, mas seguimos para o Parque Capivari, pois queria andar no teleférico. Minha sobrinha seguiu para o pedalinho em formato de cisne (R$14 por 10 minutos), mas o teleférico foi fechado, pela iminência da chuva. Fiquei frustrada.


Novamente segui minha mãe e irmã nas compras no comércio, dessa vez nas inúmeras barraquinhas dentro do Parque Capivari, mas a chuva apertou e preferimos voltar para o hotel. Naquela noite tinha uma festa italiana, com comidas típicas e vinho. 




No domingo, eu e minha sobrinha acordamos cedo e fomos tomar café da manhã, em seguida, chamamos minha mãe para visitarmos o Mosteiro de São João. Minha mãe e minha sobrinha são católicas praticantes e quiseram ver as imagens dos santos. Depois compraram lembranças na loja. No mosteiro moram 27 monjas beneditinas. O ambiente é repleto de árvores e flores. A visita é gratuita.





No retorno, eu e minha sobrinha aproveitamos a piscina aquecida até a hora do almoço. Tomamos banho e fizemos o check-out, mas novamente fomos ao Parque Capivari para que conseguisse andar no teleférico.


O passeio no teleférico é imperdível e custa apenas R$15,00. É preciso um pouco de habilidade para subir, pois a engrenagem não para: você fica num ponto e quando a cadeira passa você senta e fecha o a barra de ferro que te segura. O teleférico, inaugurado em 1970, leva até o Morro do Elefante, que fica a 1.800 metros de altitude. Chegando ao cume, a pessoa desce para apreciar a vista do alto do morro, depois retorna. É preciso guardar o ingresso (o meu estava no bolso, mas não sabia que teria que mostrá-lo novamente!).







Para finalizar, andamos pelo comércio para comprarmos alguns comestíveis, como queijo, cerveja, chocolates, doces.







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