Nova York 2015

No nosso terceiro dia, em decorrência da boate do dia anterior, acordamos um pouco mais tarde e seguimos em direção ao Madison Square Park. Passamos pelas inúmeras barraquinhas de comida, mas meu objetivo era degustar um cheeseburger no Shake Shack. 
Madison Square Park



O Shake Shack é uma rede de fast-food (não tão "fast") que está em vários pontos de NYC, mas a loja do Madison Square Park é muito mais charmosa. A fila era imensa, bem como não haviam cadeiras disponíveis (muitos locais almoçavam naquela hora), mas, em 30 minutos de espera, consegui um lugar para sentar. O pão é muito macio e a carne suculenta, mas a batata não me agradou. Experimentei a bebida "fifty-fifty", metade chá, metade limonada. NYC é muito quente em setembro, por isso, Leo preferiu procurar um ambiente refrigerado para comer uma salada. 




Caminhamos para o metrô e seguimos para o Harlem, bairro aparentemente bem menos turístico que os demais em Manhattan, para visitar a Cathedral of Saint John the Divine, que é uma das maiores igrejas do mundo, construída no estilo gótico. O motivo da visita era principalmente ver o tríptico do Keith Haring, The Life of Christ, 1990 (dica do Gustavo, ex-residente da cidade). O valor do ingresso é sugerido, portanto, pode pagar qualquer quantia. O interessante é que, além de igreja, a construção contém instalações de arte contemporânea, que, de alguma forma, leva um público irreligioso ao interior da igreja. 
As cores do Harlem. As frutas são vendidas por unidade! Dá quase para comprar 1 quilo no Brasil.

Fato engraçado: uma mulher parou para elogiar o meu vestido, que é algo bem incomum em NYC, pois ninguém para para falar com ninguém.





 
Aproveitando a gratuidade nas terças-feiras no 9/11 Memorial and Museum, das 17h às 20h, seguimos para Downtown, mas chegamos por volta das 15h e já tinha um grande fila se formando. 


Para passar o tempo, entramos na Trinity Church (Igreja Anglicana), que foi ótimo, para poder usar o banheiro, descansar e aproveitar o ar-condicionado. Seguimos até Wall Street para fotografar o Charging Bull. O cenário é assustador: as pessoas brigam para poder ter um tempo com o touro de bronze e conseguir a melhor fotografia. 



Na volta, procuramos a fila para o memorial, mas surgiu uma pessoa da organização e disse que não tinha mais senha. Terminamos na Macy´s (loja de departamento) que ficava bem próxima ao hotel. Não comprei nada, pois os valores são elevados, mas merece um visita. 

Na quarta-feira, Leo queria ver o setor de Arte Moderna do Metropolitan, como eu, na última visita a NYC, tinha passado um dia inteiro naquele museu, preferi ver outros sítios. Andei até a entrada com ele e marcamos um horário que eu estaria novamente na porta. Optei por ver alguns pontos turísticos que ainda não conhecia. O Met deve ser o museu mais inacessível da cidade (embora fique ao lado do Central Park), pois todas as estações de metrô deixam bem distante, então, é preciso caminhar. 

Passei no Grand Station Market, que é um mercado gourmet, com diversas opções de lanches e doces, mas o objetivo principal era conhecer a Grand Central Station (89 e 42nd St), que é uma das maiores estações de trem do mundo. A estação, além de permitir as pessoas chegarem aos seus destinos, é um destino por si só. É um espaço urbano original, majestoso e acessível. Observei que o interior tinha segurança ostensiva. 
O mercado


Novamente utilizei o metrô em direção ao Theater District, para poder fruir a escultura pública “Love” (1350 Avenue of the Americas at W 55th St), do Robert Indiana – artista associado ao movimento da Pop Art. 


Olhei para o relógio e ainda tinha tempo para conhecer o Lincoln Center (o prédio é sede de várias companhias artísticas, como da Juilliard School e New York City Ballet). Aproveitei a proximidade e entrei na Century 21 (1972 Broadway). Embora essa loja seja mais vazia e organizada que a da Cortlandt Street, os preços são mais elevados. Depois entrei no metrô, e ainda, tinha meia hora para reencontrar o Leo, mas em decorrência da inacessibilidade do Met, cheguei com um atraso de 15 minutos e achei que ele poderia ter ido embora. Por sorte, me aguardava onde tínhamos combinado. Perguntei se ele não se importaria de irmos ao terraço do museu, único pavimento que ainda não conhecia. Fomos para tirarmos fotos, mas o calor era violento (o valor do ingresso para o museu é sugerido, pode pagar qualquer quantia).   
No terraço do Met.


No retorno, encontramos Wendel e Carol, que também estavam na cidade para ver o show da Madonna naquele dia, nós veríamos no dia seguinte. Entramos por um breve período no Central Park e seguimos para o Soho.
 
Columbus Circle
Engraçado que na primeira vez que estive em NYC não sabia dizer quais bairros visitei, pois localizava apenas um endereço no mapa, então, quando me perguntavam “Você esteve em Tribeca?”, minha resposta era “Algum museu fica naquela região?”.

O Soho (South of Houston) é bairro que encanta, pois é cheio de galerias e restaurantes, e ainda,
pudemos avistar muitas pessoas com visual hipster caminhando pelas ruas. Entramos em algumas galerias e tinha trabalhos do Haring por 15 mil dólares. 

Adorei a mensagem no metrô!
Share:

0 comentários:

Translate

Instagram

Publicidade

Booking.com

Marcadores