O azul

 "Para mim, as cores são seres vivos, indivíduos 
extremamente evoluídos, que se assemelham a nós..."
Yves Klein in "International Klein Blue"

Parafraseando Goethe, na sua teoria sobre a cor - do infinito - esta cor tem sobre o olhar um efeito estranho, quase indizível. Ela é energia feita de cor. Ela estimula e acalma simultaneante.

Quando Platão contemplava o céu de Atenas e Aristóteles sentia o Mar Egeu, lá estava o azul. Sabiamente Kandisnky, artista e professor da Bauhaus, numa tentativa de classificar as cores [Do espiritual na arte], mencionou "O olho sente a cor. Experimenta suas propriedades, é fascinado por sua beleza. A alegria penetra na alma do espectador, que a saboreia como um gourmet, uma iguaria."

Recentemente, a cor em epígrafe ganhou destaque em razão do título [brasileiro] de um filme francês: O azul é a cor mais quente (originalmente La vie d´Adèle). Num apertado parágrafo, podemos dizer que a cor foi condição sine qua non para cooptar os olhos de uma mulher e fazê-la refém por todos os seus dias.


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Filmes sobre o conflito entre Israel e Palestina

Decerto o conflito entre Israel e Palestina conseguiu afligir nosso sono ao longo dos anos, por conseguinte, os cineastas se ocuparam de perceber a convivência forçada entre aqueles povos e transpuseram para o cinema o ponto de vista personalíssimo de cada um dos lados. Não ousaria opinar, apenas desejo que encontrem uma solução pacífica, pois divergir é próprio do ser humano, mas, como falou Mandela: "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."

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