Quando o cinema te convida a viajar



O diálogo entre o cinema e o ato de viajar chama minha atenção, pois são duas paixões ilimitadas. Assisti, há alguns dias, um filme equatoriano belíssimo: "Qué Tan Lejos". Me fez recordar algumas películas que realmente podem inspirar ou até mesmo repelir um viajante. Os 3 filmes abaixo têm um assunto em comum: encontros possíveis.

Qué Tan Lejos (2006)

Trata-se de uma interessante narrativa sobre os encontros que acontecem durante as viagens, focando em uma mochileira espanhola que chega em Quito, e, no caminho para Cuenca, outras pessoas se unem - e vão trocando experiências na decorrer da história. O filme é bem realista: logo no início, a turista leva um golpe do taxista (sabemos como é comum na América do Sul), bem como recebe aviso sobre o perigo para uma mulher solo traveler naquela região. Uma frase me marcou "muitas vezes estou do outro lado do mundo e me pergunto por que estou tão longe de casa".

Quantas vezes nossa viagem fica mais suave depois de uma conversa com um desconhecido ou quando alguém simplesmente te ajuda na cidade?


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Na natureza selvagem (2007)


É, sem dúvida, um dos meus filmes prediletos. Lindo e inspirador. Eleva ao grau máximo aquela vontade de largar tudo e sair pelo mundo. Muitas vezes precisamos sentir medo, solidão, vazio. Outras vezes é um caminho para encontrarmos a nós mesmos. Além do contato com pessoas tão diversas que podem acrescentar tanto em nossas vidas.

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Um quarto em Roma (2010)


Fala sobre encontros amorosos (ou sexuais) que podem ocorrer durante uma viagem. O filme é razoável e relata uma realidade concebível. Duas mulheres de nacionalidades distintas se conhecem e passam algumas horas num quarto em Roma. Para solo travelers, um affair é sempre possível.


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