Tallinn, a capital da Estônia (1ª parte)

Como relatado no post anterior, houve alteração da rodoviária de embarque, em São Petersburgo, aumentando 1 hora na viagem, totalizando 6h45. Apesar do tempo na estrada, ainda acho o ônibus melhor opção que o avião. 

A muralha medieval de Tallinn
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São Petersburgo, a visita ao Catherine Palace e o jantar no Jamie´s Italian

No último dia em São Petersburgo, não acordamos tão cedo como queríamos e meu amigo conseguiu ficar quase duas horas tomando banho (haja paciência). Tinha deixado as compras pro último dia, portanto, seguimos para o Souvernir Market, que fica no caminho da Catedral do Sangue Derramado (Church of the Savior Blood). 
Catherine Palace

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São Petersburgo e a visita ao Museu Hermitage

São Petersburgo foi criada em 27 de maio de 1703 pelo Tsar Pedro, o Grande, quando deixou Moscou. Dizem que milhares de escravos e servos morreram durante construção da cidade, que era um pântano na época. Peter queria acesso ao mar, mas a região tinha sido dominada pela Suécia, então, para retornar o poder no Báltico, teve que entrar em guerra com Carlos XII, de apenas 16 anos. O rei sueco tinha iniciado a Grande Guerra do Norte e conseguiu dominar todos os inimigos, menos a Rússia. A batalha decisiva ocorreu bem longe do mar, em Poltava, na Ucrânia em 1709. Em 1712 São Petersburgo se tornou a nova capital da Rússia. A cidade lembraria a modernidade europeia, com canais no estilo de Veneza ou Amsterdã. Um grande número de nobres e ricos foram morar na capital - não por vontade própria, mas pela ordem do tsar.

Fachada do antigo Palácio de Inverno, hoje Museu Hermitage

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Paris, 5ª parte

No meu quinto e último dia em Paris, comecei o passeio pelos Jardins de Luxemburgo, situado entre o bairro do Quartier Latin e de Saint-Germain-des-Prés. O jardim ficava a 200 metros do hotel onde estava hospedada, mas caminhei uns 400 metros para encontrar a entrada. 
Basílica de Sacré-Cœur

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Paris, 4ª parte

Posterguei ao máximo a minha visita à Torre Eiffel, embora seja o símbolo de Paris e um dos monumentos mais festejados do mundo, não me atraía, ainda mais com tantos museus extraordinários espalhados pela cidade. 

Sabia que era um lugar concorrido, mas não quis comprar o ingresso com antecedência, online, pois ao marcar um horário teria que cumpri-lo. Deixei para adquiri-lo no local. Foi a maior besteira da minha vida! Saí do metrô toda sorridente, tirando fotos até me deparar com a fila na bilheteria e para subir na estrutura de ferro. Foram quase 3 (TRÊS) horas esperando. O vento doía a minha alma. Em resumo: um sofrimento inexplicável.  

A vista é bonita, mas nada recompensaria meu tempo perdido. Caminhei pelo espaço, ainda com vontade de chorar de frio, fome e raiva. 

Torre Eiffel, construção de 300 metros projetada por Gustave Eiffel para uma exposição, é um dos produtos da Revolução Industrial, que iniciou o uso em larga escala de produtos industrializados. Sua construção iniciou em 1888 e foi terminada em 1889. 

Depois do calvário, segui caminhando pela vizinhança até o Musée du Quai Branly, que tem uma extensa coleção (cerca de 3.500 peças) de arte da África, Ásia, Américas e Oceania. Quem gosta de antropologia pode passar um dia inteiro no museu. Além de ser absolutamente lindo, é uma das poucas atrações vazias na cidade. Achei curioso o robô que seguia os visitantes. Utilizei o Paris Museum Pass.


Peguei o metrô e fui conhecer o Arco do Triunfo francês. Cheguei na rua em frente e percebi que não tinha como atravessar. Fiquei observando até entender que era necessário seguir por uma passagem subterrânea para chegar no interior da construção. Novamente utilizei o Paris Museum Pass. Subi as escadas que dão acesso ao topo do edifício e novamente pude apreciar a paisagem de Paris do alto.
Do alto do Arco do Triunfo


Naquele dia provei uma das iguarias francesas: um crepe recheado de marron-glacé. 

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Paris, 3ª parte

Paris é linda, mas não me cooptou, tanto que tenho escrito sobre minhas experiências na cidade com alguns anos de atraso. Hoje sei exatamente o motivo: senti muito frio. Embora fosse primavera, cheguei a pegar 0° e minha mala não estava adaptada pra aquela temperatura. 
Palácio de Versailles

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Peterhof, o palácio e os jardins de Pedro, o Grande


É necessário ter alguma flexibilidade para ajustar o roteiro de acordo com as mudanças climáticas. No itinerário original iria ao Hermitage no segundo dia em São Petersburgo, mas observei que no terceiro dia havia 80% de chance de chover. Tendo em vista que museus podem ser visitados com chuva, optei por conhecer Peterhof antes do museu.
A grande cascata com a fachada do Grande Palácio
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